Sobre a Família em Rede
Espaço de leitura do livro ''A Família em Rede'' de Seymour Papert


domingo, março 02, 2003  

Terminou aqui esta primeira experiência com WebLogs em contexto educativo.
Obrigado!

posted by sandra | 11:38


segunda-feira, fevereiro 17, 2003  

Os brinquedos tradicionais e os brinquedos feitos de bits
(Capítulo 8 - pp.249 - 252)

Papert salienta, no capítulo 8, algo que, pessoalmente, acho extremamente importante relativamente ao avanço progressivo da tecnologia no mundo das crianças, pois "(...) enquanto o computador vai invadindo o universo infantil, a nossa preocupação deve dirigir-se no sentido de assegurar que, aquilo que há de bom na actividade de brincar, seja, pelo menos, preservado (e desejavelmente potenciado), à medida que o conceito de «brinquedo» inevitavelmente se altera" (pág. 249). De facto, o computador traz maravilhas e níveis de fantasia impresionantes para o mundo das crianças, mas não nos podemos esquecer, com este avanço todo da tecnologia, dos brinquedos tradicionais e de preservar sempre a actividade de brincar. Além dos brinquedos tradicionais as crianças têm agora acesso, também, aos brinquedos digitais, brinquedos no computador formados por bits. Papert, como exemplo desses brinquedos, refere o software My Make Believe Castle, mas apesar da fantasia que esses bonecos de bits trazem e do facto de poderem andar, falar, e fazer inúmeras coisas, os bonecos tradicionais têm a grande vantagem de poderem ser tocados, agarrados e pegados ao colo. Algo que os bonecos formados por bits não conseguem. Apesar de proporcionarem uma enorme fantasia e de despertarem um grande entusiasmo nas crianças, penso que não há nada como os bonecos «reais» feitos de átomos, estes proporcionam à criança uma maior aproximação e imaginação, pois possibilitam a esta a criação das suas próprias histórias e personagens, incluíndo a escolha das personalidades dos seus bonecos. Estes brinquedos tradicionais dão, ainda, à criança a possibilidade de misturar as suas histórias e de transportar as suas personagens (bonecos) para os diferentes mundos que esta cria. Este contacto mais directo entre a criança e o boneco é muito melhor que o contacto via computador que a criança faz com o seu boneco formado por bits. E certamente é o mais preferido pelas crianças.

posted by Carina | 12:14


segunda-feira, janeiro 27, 2003  

As matérias primas utilizada na elaboração e construção de brinquedos foram evoluindo. Nos anos 30 nascem os famosos Legos. Os Legos permitem que as crianças desenvolvam os seus próprios projectos de construção, e como já vimos, estas construções são muito importantes para um desenvolvimento rico das capacidades intelectuais da criança nomeadamente ao nível da criatividade, fluidez, abertura e criatividade.

posted by ana | 21:01
 

Capitulo 8

O homem sempre se dedicou a construir objectos para o seu dia a dia de acordo com as suas necessidades. Referindo-nos às crianças, estas são capazes de construir objectos que por vezes estimulam muito mais o seu intelecto do que os softwares que encontramos no mercado. Os instrumentos que os adultos constroem com o objectivo de estimular a aprendizagem da criança ficam muito aquém dos potenciais das crianças. Um olhar mais atento sobre os instrumentos que as crianças constroem para a sua aprendizagem constatamos que por detrás de um simples gesto estão capacidades “abstractas” que a criança desenvolve. As construções de objectos são actividades muito ricas ao nível intelectual.

posted by ana | 21:00


sexta-feira, janeiro 24, 2003  

O autor termina o capítulo 8 com a sua "convicção mais controversa"...Quando falamos de competências básicas da escola, falamos em saber ler e escrever...sim! as competências básicas como ler e escrever são as componentes elementares da escola, e é através do número de alunos que sabem ler e escrever que a escola é avaliada.
Na minha opinião, esta situação deveria ser remediada, visto que hoje em dia estão disponíveis outros meios de acesso ao conhecimento, e a escola não pode ser a única detentora dos "métodos pedagógico correctos", vamos deixar as novas TIC fazerem melhor!!

posted by diana | 10:04
 

O autor termina o capítulo 8 com a sua "convicçaõ mais controversa"...Quando este fala das componentes que constituem os princípios básicos da escola, fala-nos em competências. Sim, estas são apenas umas componentes, porque a escola apenas é avaliada pelo número de alunos que sabem ler.
Na minha opinião esta situação deveria ser remediada, visto que hoje em dia estão disponíveis variadíssimos meios de acesso ao conhecimento e não deveria ser a escola a detentora dos "métodos pedágogicos correctos". A forma como a escola transmite o conhecimento por vezes não é a mais facilmente apreendida, vamos deixar as novas tecnologias tentarem fazer melhor!

posted by diana | 09:55


quarta-feira, janeiro 22, 2003  

Assim sim!!!
Quanto á ideia de alan Kay, apenas posso louvar. Programas como este, sendo com peixes, animais de outras famílias ou de outros filos, seriam muito educativos e atractivos. Tão atractivos que eu seria uma das suas utilizadoras.
Se existem programas televisivos como "BBC Vida Selvagem", que nos mostram o comportamento dos animais e nós gostamos tanto...porque não fazer softwares com a mesma função? eu apoio!!

posted by rita | 19:56
 

Não seja timido: vá à escola...
capitulo 7
É essencial que os pais estejam atentos à educação/aprendizagem que os filhos fazem nas escolas. Se não concordam com alguma coisa, ou acham que são capazes de contribuir com algo que consideram como essencial para a educação geral, devem intervir sem qualquer medo. Para além da educação que recebem em casa, os pais devem acompanhar a educação escolar dos filhos. Se os jpvens passam a maior parte do seu tempo nas escolas, deverá existir um consenso entre as estratégias, conteúdos de aprendizagem, porque senão os jovens ficarão no meio de um conflito entre casa e escola.
Deverá existir uma comunhão de vontades, necessidades, estilos (...) entre a escola e a familia...

posted by ana | 13:45


terça-feira, janeiro 21, 2003  

Brinquedos ou bits


cap 8


O surgimento de brinquedos electrónicos veio trazer alguma confusão nas cabeças dos pais e dos educadores. Muitas pais consideram que ter um brinquedo electrónico pode causar uma certa depência por parte da criança, passando esta a ser controlada pela personagem, enquanto que com o brinquedo real, a criança pode criar uma personalidade própria para o seu brinquedo.Contudo, se por um lado a experiência física com os objectos pode levar a um bom desenvolvimento intelectual da criança, os brinquedos digitais poderão trazer à criança certas personagens que lhes poderão ajudar a desenvolver aprendizagens em variadíssimos campos.
Segundo Papert, o melhor é o equilibrio entre o que é real e o que é virtual, uma vez que o mundo em que vivemos é bastante real mas que se começa a transformar rapidamente num mundo onde o virtual já existe.

posted by carina | 13:43
 

Sabias que... cap.8



As peças de plástico chamadas de legos foram criadas por um carpinteiro dinamarquês, chamado Christiansen, que começou por construir camiões de madeira de brinquedo até chegar às peças de plástico que hoje conhecemos.O nome Lego veio da expressão dinamarquesa " vamos brincar". Estas peças tem grande interesse porque possibitam a criação de diferentes construções, devido ao facto das peças se encaixarem umas nas outras.

posted by carina | 13:26
 

No capítulo 7, Papert assemelha a escola a um organismo vivo, que tenta combater ou controlar qualquer objecto estranho que tente passar para dentro das suas fronteiras.
Ao tentar controlar o computador e a sua utilização vai esquecer o seu lado inovador e vai tranformá-lo num objecto presente nas suas práticas conservadores. Neste cenário o computador vai passar a ser como um dos muitos objectos que chamam a atenção quando vêm pela primeira vez para as aulas, mas que com o tempo vão começar perder o interesse. Tudo isto porque a escola não deixa o computador e as actividades que se podem fazer com ele, tornar-se o seu lado extra-curricular, mas sim prefere-o deixar encerrado numa sala e onde só ali poderá ter utilidade para aqueles que consigam mexer nele.

posted by carina | 13:15
 

Porque não querem alguns professores o computadores na sua aula?
cap. 7

Será por não saberem mexer nele ou só por terem medo que os alunos possam domina-lo melhor que eles próprios?
Papert explica, mais uma vez, que os computadores não passam de ferramentas a serem utlizadas na sala de aula, como o quadro e o giz. É uma ferramente que pode ajudar a criar um novo "clima de aprendizagem", onde o professr não precisa de esconder a sua ignorância por detrás da carapaça da sabedoria mas pode ultrapassar as suas dificuldades em conjunto com os alunos. Tanto o professor como o aluno vão se sentir mais à vontade para aprender coisas novas, sem terem medo de serem descobertas as suas dificuldades.
O computador deve deixar de ser considerado um invasor na relação pedagógica, passando a ser uma ferramenta que melhora a interacção entre professor e aluno.

posted by carina | 12:58


sábado, janeiro 18, 2003  

No 8º-capítulo,papert destaca a simplicidade dos computadores numa vertente mais funcional,referindo que estes podem ser explorados por crianças de 4 anos,tendo em conta que as do ensino básico já o exploram.A meu ver acho que os computadores são um vector importante no desenvolvimento de uma criança,embora considere que 4 anos seja ainda muito cedo, já que a criança ainda não detêm um conjunto de competências para o poder fazer,embora também ache que ao nivel dos trabalhos de e.visual possam ser um bom contributo para as crianças de hoje.

posted by ricardo | 18:03
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